Processos ‘travados’ na comissão de ética do Senado deve protelar análise do caso Chico Rodrigues

O caso envolvendo o senador do Democratas de Roraima, Chico Rodrigues (Dem-RR), flagrado com dinheiro entre as nádegas durante operação da Polícia Federal (PF) que investiga desvios envolvendo emendas parlamentares destinas ao combate ao Novo Coronavírus, em sua casa, na última quarta-feira (14), não deve ser analisado tão cedo no Conselho de Ética e Deocoro Parlamentar do Senado, diz a Crusoé.

O presidente do colegiado, senador Jayme Campos (Dem), diz acreditar que, quando os trabalhos do grupo forem retomados, o debate terá de respeitar a ordem cronológica das representações protocoladas na comissão.

 

Por esse entendimento, outros dez casos serão analisados antes do processo contra Chico. Jorge Kajuru, Davi Alcolumbre, Flávio Bolsonaro e Cid Gomes são alguns dos nomes que figuram entre os alvos de ações no Conselho.

A representação contra Cid baseia-se no episódio em que o pedetista equiparou o deputado federal Arthur Lira (PP) ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), preso na Lava Jato.

“Eduardo Cunha original está preso, mas está solto o líder do PP, que se chama Arthur Lira, que é um achacador, uma pessoa que, no seu dia a dia, a sua prática é toda voltada para a chantagem”, disparou Cid em 2019.

Fonte: Conteúdo ms

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