IMPORTAR-SE


Para alguns importar-se pode ser considerado sinal de fraqueza, mas não acredite nisso. Pelo contrário, importar-se é sinal que você reconhece seus sentimentos e tem empatia pelo seu próximo.
A partir do momento que se torna alguém inteiramente racional deixa de viver a vida em sua plenitude, pois em seus “cálculos” a probabilidade de fracasso é alta e por isso nem se arrisca.
Um ditado oportuno:” Quem não se arrisca, não petisca”.
Às vezes, pode surgir a pergunta: “O que é importante?”
Bom, cada um tem seu desejo, seu ponto de vista. Dito isso, o grau de importância alguns será nada para outros. Então não se compare a ninguém, apenas reconheça a sua individualidade.
Para alguns é importante ter por perto quem se ama, para outros é mais importante possuir coisas, bens do que estar rodeado por pessoas, ou seja, tudo se resume a escolhas.
Ser e estar presente, mesmo que seja apenas pra dizer aquele Oi diário é sinal que se importa.
E quem sabe até de alguma forma fazer a diferença na vida de alguém sem que seja algo intencional e articulado, pelo contrário algo espontâneo e verdadeiro.
Não importa o que você tem, se você não consegue deixar um pouquinho de si no outro e se tornar importante ao ponto de que sua ausência seja sentida, uma pena isso acontecer, logo será esquecido.
Haja com o coração e nunca será perca de tempo e de energia. Quem disse o contrário é porque não consegue enxergar e até mesmo reconhecer o quanto é valioso a ação pura.
De nada adianta querer ser superior, se negligência o que vale a pena.
Seja a diferença que tanto clama e anseia, a mudança começa em si e se espalhará como uma corrente.
A conquista daquilo que deseja requer zelo, paciência, persistência, isso não quer dizer que na primeira tentativa tudo será perfeito, o tempo te fará experiente e expert naquilo que atuará.
Atitudes dizem mais que qualquer coisa, não seja enganado pelas belas palavras que estão em desacordo com a ação.
Valorize o que importa e não pode ser comprado, muito menos mensurado apenas sentido e vivido. (Karol Costa)

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